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A importância do JNB
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Nesta faixa etária (5 anos) a criança encontra-se receptiva a desafios novos e mais complexos, que são alavancados para o conhecimento em uma busca do que não tem fim.

Para que isso ocorra é necessário estarmos atentos para oportunizar atividades que desafiem as necessidades e potencialidades, necessita-se por parte do educador estar atento à sua fala, gestos, escolhas, atitudes, produções as mais diversas, para identificar desejos, necessidades e desafios que as crianças demandam, acompanhando e avaliando seus processos de enfrentamento e resolução dos mesmos, caso contrário a criança pode tornar-se apática, submissa e dispersa. 

Pensando nestes aspectos devemos considerar questões relativas à motricidade, às atividades de expressão, aos jogos e às brincadeiras simbólicas, à oralidade, à música e à literatura infantil, ao pensamento lógico-matemático, à leitura e à escrita. 

À medida que as crianças vão se desenvolvendo, vão se dando conta de seu corpo, de seu espaço, de seus movimentos e de suas ações, seus registros se transformam em registros do seu corpo e de suas relações com o mundo.

Os círculos e os agrupamentos de bolinhas agora se transformam em figuras humanas com enormes olhos e extensas mãos com infinitos dedos. Não é por acaso o aparecimento dessas partes do corpo, são elas as responsáveis pelo tato e a visão, sentidos mais utilizados para aprender o que está à sua volta. 

Nesse período, as crianças desenham, pintam e constroem o que sabem e o que sentem em relação às coisas. 
É importante que o educador possibilite a ampliação dos conhecimentos, fazendo perguntas para que a criança busque em sua memória as coisas que conhece do mundo e tente registrá-las do seu modo. 

Gradativamente a criança desta faixa etária vai construindo o conceito de número e, por isso, começa a contar voluntariamente as coisas, ainda de modo decorado ou desconexo, inventa sequências, sem compreender bem o que está dizendo. Assim sendo, o educador conversa, questionando sobre a utilidade dos números, onde são usados no dia a dia das pessoas, questionando também sobre a história dos números, sua origem, entre outras informações.

As conversas informais oferecem sempre boas oportunidades de questionar junto às crianças sobre as diferenças entre os desenhos, as letras e os números, sobre as relações entre a grafia do número e as quantidades, assim como situações de adição e subtração.

A criança nesta faixa etária já domina grande número de palavras e, assim sua narrativa de histórias infantis agora tem uma conotação ampliada, já conta histórias curtas, com uma linguagem simples. As crianças dessa idade gostam de estórias de monstros, bruxas, fadas e estão muito atentas aos conflitos contidos nos enredos que envolvem o bem e o mal. As poesias com versos curtos e com rima são sempre interessantes para elas, que inventam diálogos e gostam muito dos diálogos com rima.
As músicas são sempre muito significativas para as crianças nessa etapa do seu desenvolvimento como também os livros de estórias infantis que devem ser muito utilizados, principalmente os mais coloridos, com formas e tamanhos variados.

Vem#Pra#Infância#Feliz

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